Conforme os pesquisadores, indivíduos ativos que praticam no mínimo 15 minutos de atividades físicas por dia são menos propensos a desenvolver a doença.
Além disso, pacientes já diagnosticados com o transtorno podem usar o exercício como uma forma de complementar o tratamento.
Para chegar a estes resultados, participaram do experimento 611.583 pessoas com histórico de depressão, divididos em dois grupos.
No primeiro, os participantes tiveram seus exercícios físicos diários acompanhados em tempo real por um acelerômetro.
No segundo, eles foram avaliados por auto-relatos, isto é, apenas responderam questionários mencionando a intensidade e o nível de exercícios que praticavam diariamente.
Ao final do experimento, concluiu-se que o grupo monitorado pelo acelerômetro tinha menos riscos de sofrer com a depressão.
Já o grupo que apenas respondeu o questionário, ao que tudo indica, não se exercitavam com frequência.












