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Sinais de diabetes à noite: 9 alertas que o corpo dá

Sente uma necessidade incontrolável de mover as pernas?
A síndrome das pernas inquietas pode guardar relação com a neuropatia diabética, um dano aos nervos provocado pelo controle deficiente da taxa de açúcar. Formigamentos, rigidez ou sensações de fisgadas conseguem atrapalhar o adormecer e picotar o descanso.
Ronca ou sofre pausas na respiração?
A apneia do sono, um problema frequentemente ignorado, mostra-se frequente em portadores de diabetes tipo 2. Ela atinge com força indivíduos com sobrepeso ou obesidade, grupos que já lidam com a resistência insulínica. Quanto mais picotado for o sono, mais desregulado o metabolismo se torna.
Apresenta uma sede intensa à noite?
Uma vontade desmedida de beber água somada à boca seca ao despertar não deve ser ignorada. Isso pode sinalizar desidratação decorrente do excesso de glicose circulante. O corpo tenta reverter a perda de líquidos gerada pela urina excessiva ativando a sensação de sede, quadro chamado de polidipsia.
Sente-se exausto mesmo após uma noite inteira de cama?
A fadiga persistente pode apontar para um aproveitamento deficiente da glicose por parte das células. O resultado é uma carência crônica de energia, dando a nítida impressão de que o corpo não recarregou as baterias, apesar das oito horas de descanso.

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