As gerações mais velhas sabem disso intuitivamente. Muitos de nós aprendemos com nossos pais ou avós que o respeito verdadeiro é universal. Você não escolhe a quem tratar bem: ele é oferecido a todos, especialmente àqueles que não podem lhe dar nada em troca.
2. Como uma pessoa lida com a frustração e a adversidade
A segunda pista fundamental está em como alguém se comporta quando as coisas dão errado. A vida nem sempre segue o plano — há atrasos, erros e dificuldades que nos colocam à prova. A pessoa fica irritada quando a fila está muito longa?
Culpa os outros quando algo dá errado?
Reage mal com as pessoas queridas quando está cansada?
Ou, pelo contrário, mantém a calma, respira e busca soluções?
Demonstra paciência mesmo quando está estressada?
Assume seus erros em vez de culpar os outros? Jung nos lembrou que o caráter não se revela no conforto, mas na dificuldade. A capacidade de manter o equilíbrio em momentos de frustração diz muito sobre a maturidade emocional, a humildade e o autocontrole. Para muitas pessoas mais velhas, isso é especialmente verdadeiro. A vida ensina que sempre haverá tempestades. A questão não é se alguém enfrentou dificuldades, mas como se comportou durante elas. É isso que distingue a resiliência da fragilidade.
Outros sinais sutis que dizem muito
Embora esses dois sinais sejam os mais importantes, existem outros comportamentos cotidianos que também revelam o caráter. Com o tempo, esses detalhes formam uma imagem mais completa.
Seu senso de humor





